Características de Educação para investidores – Sphere | International School

Características de Educação para investidores

Segundo dados da HolonIQ, empresa de inteligência de mercado, o setor de educação mundial deve receber mais de US$7 trilhões em investimentos de governos, empresas e consumidores, chegando à cifra de US$30 trilhões até 2030.

Aqui no Brasil, o potencial para investimento no mercado educacional é vastíssimo. O país possui 48 milhões de estudantes e ainda há várias deficiências e problemas a serem resolvidos no setor, como aumento da taxa de escolarização, diminuição da evasão escolar e melhora na qualidade de ensino; sem contar a necessidade de constante investimento no aperfeiçoamento e atualização do corpo docente.

Ainda existem dúvidas em se investir em uma franquia de educação. Uma das principais está ligada ao nível de experiência no segmento por parte do interessado na franquia. Diferentemente de outras áreas, o futuro investidor educacional não precisa necessariamente ter experiência em educação, já que as redes de franquias oferecem suporte total para eles e contam com profissionais altamente especializados.

É o caso da Sphere International School, rede de escolas bilíngues e internacionais que faz parte do Grupo SEB – Sistema Educacional Brasileiro. O grupo é considerado um dos maiores conglomerados educacionais do país, com mais de 50 anos de atuação. A rede oferece suporte 360º para o franqueado, com assessoria completa que vai da implantação à operação da unidade. O know-how de 15 anos que detém em operação pedagógica internacional permite prestar um serviço completo, de alta excelência e, principalmente, de qualidade e retorno para os franqueados.

Baixos índices que impactam positivamente

Outro dado que precisa ser levado em conta ao se investir em um modelo de franquia de educação é a baixa taxa de turnover do segmento. Thaylan Toth, CEO da Mindsight, empresa especializada em tecnologia e ciência de dados para Recursos Humanos, explica que o alto turnover é ruim para a empresa em vários aspectos. “Primeiro é gerado constantemente um alto custo para ela, pois é necessário contratar e treinar sempre as pessoas. Outra perspectiva é que, quanto mais pessoas novas, mais tempo elas passam em treinamento e menos tempo produzindo. Por mais experiente que o profissional seja, é necessário um aprendizado sobre os processos e técnicas específicas da nova empresa. Além disso, mais tempo é utilizado por outros funcionários que já estavam produzindo para fazer o onboarding e treinamento dos novos. Logo, a produtividade de todo mundo próximo da vaga cai”.

Na área educacional, empresas com menor rotatividade de profissionais acabam contribuindo positivamente no aprendizado de seus alunos. Na unidade Sphere da cidade de São José dos Campos, por exemplo, o turnover em 2020 foi de apenas 6%, o que demonstra um baixo índice de rotatividade dos seus colaboradores e, consequentemente, equipes mais integradas e produtivas. “Estudos mostram que existe uma relação emocional que impacta o aprendizado. Logo, a relação entre aluno e professor pode afetar diretamente o aprendizado da turma. É por isso que é tão importante o professor atuar como facilitador do conhecimento, criando uma relação de respeito e confiança, para que não existam barreiras nesse quesito. Logo, mais do que o impacto positivo da baixa rotatividade, temos um não-impacto negativo da alta rotatividade, que pode quebrar uma relação que já vinha sendo construída com o professor e prejudicar emocionalmente o aprendizado do aluno” afirma Toth.

Sendo assim, é importante que investidores do segmento, de educação ou não, avaliem todos esses fatores para então decidir como realizar esse investimento. Que educação é uma oportunidade de deixar um legado de forma rentável é um fato, mas como efetuar esse investimento é o fator que pode ser determinante para o sucesso.

Susan Clemesha

Bacharel em Comunicação Social pela Universidade de São Paulo e mestre em Linguística Aplicada pela PUC-SP. Diretora acadêmica da rede Sphere International School, atua na área de formação de professores e desenvolvimento curricular para a Educação bilíngue (português e inglês) e internacional. Integra o grupo de pesquisa GEEB (Grupo de Estudos em Educação Bilíngue) e o LACE (Linguagem em Atividade no Contexto Escolar), ambos da PUC-SP.

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